Agora e sempre....

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. (Chico Xavier)

Sexta-feira, Novembro 25, 2011

O homem de preto

O HOMEM DE PRETO
Saara Nousiainen
logos@bemviver.org
http://www.mundoespiritual.com.br/artigos.o.homem.de.preto.htm

Certo dia estava num ônibus quando embarcou um homem todo vestido com roupas pretas e com um ar fúnebre.

A figura causava certo mal estar e logo pensei: porque uma criatura dessas se veste de preto, faz esse ar sombrio, ficando assim com esse aspecto horrível? No mesmo instante meu censor interno acusou o fato de eu talvez estar sendo descaridosa com aquele homem. Provavelmente essa auto-censura fez abrir-se algum canal de comunicação com o mundo espiritual porque imediatamente uma voz conhecida repercutiu em meu cérebro dizendo assim: “Nunca deves censurar alguém, porque no momento em que pensamos em alguém, e mais ainda, quando pensamos olhando para a pessoa, estamos criando entre ela e nós um canal de comunicação. Só que a tua comunicação, a tua doação vibratória para esse irmão foi de ordem negativa, e podes ter a certeza de que ele recebeu essa carga, que veio tornar ainda mais pesada sua cruz.

Imagine só o “nó” que me deu por dentro. Tratei logo de orar por aquele irmão, olhá-lo com bons olhos e enviar-lhe a melhor das vibrações de otimismo, esperança, harmonia e bem-estar.

A partir desse episódio comecei a observar o quanto nós criticamos e censuramos nosso próximo de forma a mais leviana, enviando-lhe cargas magnéticas negativas. Quanto mal fazemos com nosso pensamento deseducado! Quanto mal fazemos com a palavra irrefletida! Quanto mal fazemos com as nossas emoções!

Assim, a primeira e mais importante atitude que devemos desenvolver para não gerarmos energias negativas endereçadas a outrem é olhar a tudo e a todos com bons olhos, lembrando que essas energias de baixo teor, antes de alcançarem o outro, já se impregnaram em nós próprios.

Quantos males sofremos, quantas doenças desenvolvemos em nosso organismo e no nosso psiquismo com esse tipo de descuidos, com o hábito de censurar os outros, de criticá-los, de olhá-los ou pensar neles com má vontade, com sentimentos de repulsa, de antipatia!

A lei da vida e da justiça, a lei do fazer ao próximo o que desejamos receber determina que todo o mal gerado por nós atinja em primeiro lugar a nós mesmos. E quando nosso organismo se vê saturado dessas energias maléficas que produzimos a reação se faz na forma de dor, de doenças as mais variadas, de desequilíbrios os mais diversos, e então nos lamentamos e nos queixamos, implorando e até exigindo ajuda superior, e quando ela não vem... a fé declina.

É importante, importantíssimo aprendermos a passar para os outros só aquilo que desejamos receber. E como dissemos anteriormente, a grandiosa lição de vida é aprendermos a ver tudo e todos com bons olhos, com sentimentos bons, fraternos, solidários, puros. E se isto não for possível, pelo menos nos abstenhamos de criticar, ou mesmo fazer zombaria.

Quando começamos a nos preocupar com nossa evolução, com nosso crescimento interior, começamos também a despertar para muitas coisas que antes não havíamos percebido.

Quinta-feira, Novembro 24, 2011

Entrando no ritmo

Bom, nessas semanas que passaram não tenho muitas novidades para dizer. Continuo fazendo ginástica localizada, musculação e correndo quando o tempo permite. Ontem consegui correr 5,200km no treino, já fazia alguns dias que eu não conseguia isso tudo. Quando fico mais de 4 dias sem correr, quando volto já não consigo o mesmo rendimento. Mas agora vou fazer de tudo pra não falhar nos dias de corrida (seg. quar. e sexta), é que o tempo aqui em Curitiba é muito instável, uma hora ta quente, outra chovendo, de repente esfria, dai não tem rotina que resista.
Não vou participar de mais nenhuma corrida este ano, vou continuar só treinando e quem sabe ano que vem consigo um tempo melhor.

Estou terminando de ler o livro "Transição Planetária", psicografia de Divaldo Franco pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda, e realmente é muito interessante, e nos dá uma visão mais ampla do porquê de tantas tragédias que vem ocorrendo no mundo atualmente. Uma boa sugestão de leitura, para quem gosta do assunto.

Quinta-feira, Novembro 10, 2011

Dando sinal de vida...

Foto de 20/08/2011 nesse dia consegui correr 3,2 Km (8 voltas na praça) e tava quase morta de cansaço.
Meu marido, eu, Dinha e Alcides.
Minha primeira corrida, dia 16/10/2011, a medalha dta do lado contrário rss, acho que foi a mais difícil, muitas subidas e chuva.
Estes são meus companheiros de equipe, Ilda, prof,. Adilson (o grande incentivador), Dinha, e meu marido Alci.

Segunda corrida, dia 30/10/11 - 3ª Etapa Circuito de Corridas de Rua SMELJ

A galera, agora o marido da Dinga, o Alcides também participou!
Esperando a largada.
Circuito de Corrida e Caminhada da Longevidade - Bradesco Seguros 06/11/2011
Nesta corrida o percurso foi de 6 km.


Faz tempo que não posto nada por aqui. Estou numa fase bem legal na minha vida, me cuidando, feliz e com muito ânimo.
Como eu havia dito no último post, comecei a treinar corrida.
Comecei de leve, com o tempo fui aumentando o tempo, dia sim dia não lá estava eu e meu marido treinando, e a cada dia eu consegui dar uma volta a mais na praça (400 metros cada volta). Eu teria que conseguir 13 voltas, 5,200 KM, pois a prova seria de 5 Km, e devagar, sem desistir consegui!!!!
Participamos dessa corrida em 16/10, e 30/10 foi nossa segunda, e dia 06/11 a terceira com um percurso de 6 Km. Quando acabo uma corrida já penso em quando será a proxima de tão empolgante que é, fico cansada na hora mas depois já estou renovada e com um astral ótimo, é realmente muito gratificante.
Meu peso ta baixando, já estou com 65,000 kg.
Ah, outra coisa, comecei fazer musculação no final de setembro, duas vezes por semana, e to gostando.

Segue fotos das corridas

Segunda-feira, Agosto 29, 2011

Destralhar



Diz dona Francisca, minha empregada, que acaba de chegar.
- "Antes de dar uma geral na casa, deixa eu te dar um abraço que preste!" e ela me apertou.


Na matemática de dona Francisca,

="quatro abraços por dia dão para sobreviver;
=oito ajudam a nos manter vivos;
=12 fazem a vida prosperar".

Falando nisso, "vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada".

Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são:
- objetos que você não usa,
- roupas que você não gosta ou não usa há um ano,
- coisas feias,
- coisas quebradas, lascadas ou rachadas,
- velhas cartas, bilhetes,
- plantas mortas ou doentes,
- recibos/jornais/revistas, antigos,
- remédios vencidos,
- meias velhas, furadas,
- sapatos estragados...

Ufa, que peso!
"O que está fora está dentro e isso afeta a saúde", aprendi com dona Francisca.
"Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa!",
ela diz, enquanto me ajuda a 'destralhar', ou liberar as tralhas da casa...
O 'destralhamento' é a forma mais rápida de transformar a vida e ajudar as outras eventuais terapias.
Com o destralhamento:

- A saúde melhora;

- A criatividade cresce;
- Os relacionamentos se aprimoram...

É comum se sentir cansado, deprimido, desanimado, em um ambiente cheio de entulho,
pois "existem fios invisíveis que nos ligam à tudo aquilo que possuímos".

Outros possíveis efeitos do "acúmulo e da bagunça":
- sentir-se desorganizado; fracassado; limitado; aumento de peso; apegado ao passado...

> No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga;
> Na entrada, restringem o fluxo da vida;
> Empilhadas no chão, nos puxam para baixo;
> Acima de nós, são dores de cabeça;
> "Sob a cama, poluem o sono".
> "Oito horas, para trabalhar; Oito horas, para descansar; Oito horas, para se cuidar."

Perguntinhas úteis na hora de destralhar-se:

- Por que estou guardando isso?
- Será que tem a ver comigo hoje?
- O que vou sentir ao liberar isto?

...e vá fazendo pilhas separadas...
- Para doar!

- Para jogar fora!

Para destralhar mais:
- livre-se de barulhos,
- das luzes fortes,
- das cores berrantes,
- dos odores químicos,
- dos revestimentos sintéticos...
e também...
- libere mágoas,
- pare de fumar,
- diminua o uso da carne,
- termine projetos inacabados.

"Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente",

diz a sabedoria oriental.
O Ocidente resiste a essa idéia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.

Dona Francisca me conta que
="as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo"..
a gente deveria de ser assim, ela diz:

"Destralhar ajuda a adocicar."

Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar?

“Dê a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar

*Dalai Lama*
"Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente às suas costas
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos...
E, até que nos encontremos de novo,
Que Deus lhe guarde na palma de Suas mãos".

Segunda-feira, Maio 30, 2011

Inverno chegando...


A semana começou bem fria, aqui em Curitiba, para levantar da cama cedinho foi difícil... mas não se pode pensar muito, é levantar , se trocar e tocar a vida...
Meu fim de semana foi bom, no sábado bem cedo fomos fazer caminhada no Parque Barigui com o pessoal que trabalha com meu marido, não foi muita gente, porque estava bem frio. Fomos na parte de trás do parque, pelo bosque, eu nunca tinha ido por ali, mas achei legal, bonito ir por aquele caminho no meio das árvores, uma subida de tirar o fôlego, tinha até macacos nas árvores, sagüis.
Estava um dia lindo, agora estão criando ovelhas la no Parque, tão bonitinhas, tem umas 28, e daqui um tempo aumentará o número porque estão prenhas, rss.
Como já disse, estou correndo 3 vezes por semana, é cada dia me supero um pouco mais, já não é tão difícil como no início.
O professor quer que participemos da corrida de rua que terá em setembro, de 5 KM, ele disse que dá tempo para ir se acostumando e que poderemos correr os 5 KM.
Eu acho difícil, pois não tenho passado de 15 minutos, mas nada é impossível quando se tem determinação, vamos ver.
To com 66,500 e minhas calças estão ficando folgadas, meu abdômen está dimnuindo e a cintra também, que bom!!!

Estou tomando homeopatia faz um mês e isso tem me ajudado muito com a disposição e melhorou muito meu humor e vontade de cuidar de mim. Recomendo.

Segunda-feira, Maio 16, 2011

Andando...

Quase não tenho postado aqui como anda meu processo de emagrecimento, meu peso não alterou, estou com 67,300 , mas minha medidas estão diminuindo.
Diariamente caminho 1 hora, e as seg. quar. e sexta-feira faço ginástica localizada, e há 3 semanas comecei a correr, no começo era difícil, não tinha muito fôlego, mas aos poucos fui melhorando e o tempo foi aumentando. Que bom, sempre quis correr e achava que nunca conseguiria, mas com insistência to conseguindo.
Acho que o peso não altera devido ao ganho de massa magra, minha barriga ta bem menor e a calça mais folgada.
Bom é isso, acho que a palavra chave é perseverança, e não esperar resultados imediatos, seguindo no caminho certo com bons hábitos, com certeza o resultado virá!

Terça-feira, Maio 03, 2011

A mulher mãe

O mês de maio é dedicado às mães. Tudo começou nos Estados Unidos, com Anna Jarvis.

No segundo domingo de maio de 1907, ela resolveu transferir para todas as mães do mundo a homenagem que seus amigos prestavam para sua própria mãe, Anna Reeves Jarvis.

A idéia foi abraçada em nosso país em 1919, mas somente em 1932, por Decreto Presidencial, passou a se dedicar o segundo domingo de maio para se homenagear as mães.

O interessante, no episódio, é que alguns de nós nos recordamos que temos mãe somente no dia em que o calendário assinala.

E, contudo, mãe é uma personagem fundamental em nossas vidas.

O cineasta espanhol Pedro Almodóvar narra suas experiências com sua mãe.

Diz se lembrar dela em todos os momentos de sua vida. Recorda como ela era extremamente criativa. Uma pessoa de iniciativa.

Em uma época que viveram num pequeno povoado espanhol onde a vida era difícil, porém barata, sua mãe começou a trabalhar como leitora e escrevedora de cartas.

Com o que ganhava complementava o salário do marido. O menino Pedro, à época com 8 anos, começou a observar que o texto que a mãe lia não correspondia ao que estava no papel.

Parte ela inventava. As vizinhas nem tomavam conhecimento disso, porque o inventado era algo que preenchia aquelas vidas.

Ela acrescentava uma observação de carinho, de afeto que a carta não trazia.

Era como se ela preenchesse as lacunas das cartas para tornar aquelas vidas sofridas mais alegres.

Os improvisos passaram a falar mais alto para o menino Pedro. Continham uma grande lição.

Estabeleciam a diferença entre a ficção e a realidade e o quanto a realidade necessitava da ficção para ser completa, mais agradável, mais fácil de se viver.

Possivelmente por passar a olhar a vida por este ângulo, escolheu a carreira de cineasta.

Todos nós percebemos, às vezes somente depois que elas se vão, que as mães são extremamente importantes.

Não necessitam, verdadeiramente, fazer nada de especial para serem essenciais, importantes, inesquecíveis, didáticas. Elas simplesmente o são.

Quem não se recordará das primeiras lições aprendidas com aquela personagem única?

Quem não haverá de se lembrar com emoção das noites de mal estar em que ela ficou sustentando-nos o corpo contra o seu, num aconchego de carinho?

A primeira ida ao colégio, a mão protetora. O afago no dia da desilusão da perda de um jogo na escola.

O enxugar das nossas lágrimas no dia do insucesso na peça teatral, em que esquecemos o texto e vimos a turma toda a nos olhar, em expectativa.

* * *

Há sempre renúncia na mulher que opta por ser mãe. No anonimato da sua abnegação, ela permanece vigilante aos deveres assumidos com alegria junto ao filho.

Frutos do seu devotamento, conseguimos vencer a noite do tempo e brilhar no Mundo.

Enquanto as mães se multiplicarem no Mundo podemos guardar a certeza do descortinar de um futuro melhor para a Humanidade.


Redação do Momento Espírita, com base no artigo O último suspiro, de Pedro Almodóvar, publicada em Seleções Reader´s Digest, maio.2000 e no cap. 2 do livro Terapêutica de Emergência, de Espíritos diversos, psicografado por Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.



Em 12.05.2008.



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